quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Te dizer
Meu bem você mudou
E falar
Meu bem será nós dois!

Não posso esperar
sem te ver
Não posso não
Sim eu quero viver
Com você

Não, vá embora não!
Não posso te perder não

*Fabio Rocha*

terça-feira, 14 de julho de 2009

Chuva na Floresta!

Os olhos debulham-se...
Não sei mais nem por que
Ardem.
O que dói esta no meu peito
Apertado por uma decisão, que a coragem não me deixa tomar

Já não quero mais, o que um dia tanto quis!

Uma chuva acida cai na minha floresta tão verde
Tudo seca!
Os bichos fogem sabe lá deus pra onde
E eu parada ali, vendo tudo ruir
Sem corre, nem querendo ficar.

sábado, 13 de junho de 2009

TRISTEZA

*Anchela Monte

(...)
os filhos dormem:
luz, amor, carinho.
e tenho minha alma em desalinho

Vigio e cuido da vida
entre muros e madrugadas.
tenho em cada janela
uma passagem inesperada.

chove finalmente
e o céu continua iluminado.
meu coraçao pertubado
tenho vontade de sair.

-vai, minha alma, passear por aí
sozinha na paisagem marinha
chorar sem mesmo sentir.
vai, deixando amarrada uma linha
que não venha a se partir.

domingo, 31 de maio de 2009

Nervoso!

...
...
...
...
...
Nossa que louco esse sentimento que me toma, sensações incrivelmente instigante explodem dentro de mim. Ao meio redor rostos conhecidos, estremecidos, e ao meu lado, “A noite” da pesada... Ufa!

Depois, o coração treme... As mãos pulsam, e os olhos se desfazem em lagrimas.

Abraços consolam meu coração tão inseguro.

Acabou?

Não, Amanha tem mais!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Andar sozinha já não me basta!

Já não tenho dois pés

Já não sei o que me completa

A realidade é incapaz de confundir-me

Só na dor que respiro

As portas se abrem, porem, só lacunas preenche o espaço

Lacunas que movem o meu ser tão intranqüilo

Queria Alice na minha vida sem cor

Ou a Dorothy pode me fazer esse favor.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Cançao da Mulher que Virou Barco

Transgrido tantas leis
que já nem sinto
Entro em um mar de águas-vivas
que ardem, ardem, ardem
mas nem doem
parece que me alisam
com seus pelos frageis

Cada vez me afoito mais
e nao encontro margens
e nao encontro porto
só encontro tempestades
onde atracar

Nesse excesso de sal
nesse mar escuro em que me perco
me iluminas com o teu desejo
me serves de farol quando anoiteço
e me guias, me guias, me guias
jorrando tua luz
sobre os meus seios

*Iracema Macedo

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

È COMO PISAR EM OVOS NO INFINITO COLORIDO

É assim que me sinto percoremos os pensamentos alheios
Direcionando um sentimento que não controlo mais

Pq falar?
Dizer?
Se não é isso que sentes de verdade

Besteiras enchem o meu saco!
Que já esta cheio de coisas que já não quero mais
Porem me recuso a jogalos fora
E a eles que pertenso
A eles
E talvez só!

Quero passar noites em claro
Gritando, ditando
O que passa nos sentimentos loucos que vejo!


*MARIA PINHEIRO*