quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Amo-te muito
como as flores amam
do frio ao orvalho
e o infinito?
CHORA

Amo-te como
sabiá na praia
a mais tranqüila e reluzente
AURORA

*PoPuLaR*

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

NÁCAR

O ritmo da música que há em você
Eu também quero dançar
Eu quero a fantasia do seu olhar
E a coragem que me falta pra dizer
Que sua magia é infinita!
*Drika Duarte*

domingo, 9 de dezembro de 2007

Não fui eu

Nem deus

Não foi você

Nem foi ninguém

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

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Isso que me deixa o coração sem alma.
que me arranca do ventre cheio, a vida.
que seca meus olhos
fere minha pele
parece canção triste
preparação pra guerra
são os vestígios de seus últimos dias
em minha terra.
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Renata*Mar
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segunda-feira, 12 de novembro de 2007

ELA-SIM


ela gosta de GRITAR
de jogar coisas pra cima
ela quer mesmo é VOAR
que LOUCURA essa menina
não sabe viver de prosa
é poeta de esquina
vendendo e TRAGANDO a letra
provocando as buzinas

ela gosta de gritar
de SOAR aos meus ouvidos
cantarola toda hora
seus poemas NUNCA lidos

ela gosta de gritar
-SALVE OS NOIVOS! viva a festa!
ela anda a soletrar
o que está em minha testa

ela gosta de gritar
me dizendo sem rodeios
que já NÃO sou pros seus SEIOS
como fui tempos atrás

ela gosta de gritar
AGREDINDO, expulsa o verbo
me condena pelo tédio
que um dia a fiz passar

ela gosta de gritar
ela gosta é do agito
e eu só POSSO achar bonito
e assistir ela passar.

*Gabi Barbalho*

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Assim sejA

...
teu cheiro sândalo.
tua pele pitanga.
teus lábios canela.
*Renata Mar*

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Sou como o vento leve sem rumo
sou como o regato, límpido e raso
sou um trago do mais barato fumo
e como fumaça cinza melancólica passo

sou perdida em torres de mistérios
bebendo as dores do calabouço interno
fantasiando os verdes olhos que não vejo
guardando num porão as chaves do desejo

sou assim, simples e confusa
intrusa do meu próprio medo
sentido a culpa de um terrivél segredo

tenho os presságios de quem usa
as sórdidas mágias de um feiticeiro
e debaixo do lençol se esconde inutilmente do desespero.

*drika duarte*