Sou como o vento leve sem rumo
sou como o regato, límpido e raso
sou um trago do mais barato fumo
e como fumaça cinza melancólica passo
sou perdida em torres de mistérios
bebendo as dores do calabouço interno
fantasiando os verdes olhos que não vejo
guardando num porão as chaves do desejo
sou assim, simples e confusa
intrusa do meu próprio medo
sentido a culpa de um terrivél segredo
tenho os presságios de quem usa
as sórdidas mágias de um feiticeiro
e debaixo do lençol se esconde inutilmente do desespero.
*drika duarte*
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
domingo, 16 de setembro de 2007
terça-feira, 11 de setembro de 2007
DEPOIS QUE ELA LHE DISSE
O QUE FOI DITO
A LAGRIMA CAIU
NAQUELE INSTANTE TUDO DEIXOU DE EXISTER
NADA DO QUE TINHA ACONTECIDO VALIA A PENA
OU TINHA VALIDADE
ESTAVA CAINDO NO ABISMO
ERA NO ABISMO Q SE ENCONTRAVA DESDE ENTÃO
SUA ALMA TREMEU...
NÃO PODIA FAZER NADA
DIZER NADA
ISSO ERA OQUE A DOLORIA
O QUE A TRANSFORMAVA
LOUCOS INVADIAM SUA ESTRADA, SUA IDA
E DEPOIS, A LARGAVA NA SAÍDA
A VERDADE NÃO DOIA, NÃO A IRRITAVA
O QUE PENSAVAM, ERA O QUE A INCOMODAVA
O CALOR PASSOU A SER FRIO
E O FRIO A CONGELAVA
ESTATICAMENTE ABERTA
LENTAMENTE SE FECHAVA
*MARIA PINHEIRO*
O QUE FOI DITO
A LAGRIMA CAIU
NAQUELE INSTANTE TUDO DEIXOU DE EXISTER
NADA DO QUE TINHA ACONTECIDO VALIA A PENA
OU TINHA VALIDADE
ESTAVA CAINDO NO ABISMO
ERA NO ABISMO Q SE ENCONTRAVA DESDE ENTÃO
SUA ALMA TREMEU...
NÃO PODIA FAZER NADA
DIZER NADA
ISSO ERA OQUE A DOLORIA
O QUE A TRANSFORMAVA
LOUCOS INVADIAM SUA ESTRADA, SUA IDA
E DEPOIS, A LARGAVA NA SAÍDA
A VERDADE NÃO DOIA, NÃO A IRRITAVA
O QUE PENSAVAM, ERA O QUE A INCOMODAVA
O CALOR PASSOU A SER FRIO
E O FRIO A CONGELAVA
ESTATICAMENTE ABERTA
LENTAMENTE SE FECHAVA
*MARIA PINHEIRO*
sábado, 25 de agosto de 2007
Como quem gritava uma canção de ninar
ela dançou
fala de coisas tristes
e recitava poesias belas
Fazia e refazia amor
com homens
que só iam, só passam
Era feliz assim!
Sem porto
Sem estaca
Sem estanca
Acreditava em quase tudo que lhe diziam
quase
Tinha medo do amor
de amar
Receio de estar
e ficar
Cantarolava a todo instante
o que sentia
A fome que lhe apertava
Os sapatos que lhe doíam
Recriava o que não tinha
e se assumia
Era feliz assim!
Tinha de tudo nas mãos
e a seus pés
esta mulher
e grita
pulava
surrava
sorria, quando queria
entrançava o cabelo
e também coloria
Falava a verdade e a destorcia
brincava
de roda
elástico
amarelinha
Era feliz assim!
Sem porta
sem sala
sem cozinha
Só uma janelinha!
*MAriA piNhEiro*
ela dançou
fala de coisas tristes
e recitava poesias belas
Fazia e refazia amor
com homens
que só iam, só passam
Era feliz assim!
Sem porto
Sem estaca
Sem estanca
Acreditava em quase tudo que lhe diziam
quase
Tinha medo do amor
de amar
Receio de estar
e ficar
Cantarolava a todo instante
o que sentia
A fome que lhe apertava
Os sapatos que lhe doíam
Recriava o que não tinha
e se assumia
Era feliz assim!
Tinha de tudo nas mãos
e a seus pés
esta mulher
e grita
pulava
surrava
sorria, quando queria
entrançava o cabelo
e também coloria
Falava a verdade e a destorcia
brincava
de roda
elástico
amarelinha
Era feliz assim!
Sem porta
sem sala
sem cozinha
Só uma janelinha!
*MAriA piNhEiro*
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Carnalmente
Depois da festa
tudo acabou!
A flor apagou-se e
Maria vestiu-se
Para nunca mais?
Depois de ir embora
tudo era riso e lágrima
lindo, porém doloroso
A duvida do nunca mais
rastejou-se pela sua cabeça
e alojou-se nao sei onde.
Doendo cada dia mais
intenso, cada dia menos
Maria voltou!
Com o mesmo pesar duvidoso
Maria entregou-se a tal cavalheiro
que nao possuía escudo, nem espada
nem armadura, nem nada
Era nada o que Maria queria?
Novamente, depois da festa
Maria vestiu-se
beijou
e foice
Com o mesmo pesar e a mesma dúvida
Com o mesmo riso e as mesmas lagrimas
Era aquele cavalheiro que Maria queria?
Depois de alguns lugares sem o ver
Depois de algumas festas sem despir-se
Maria acreditou...
Era o tal que queria!
Cheio de comportamentos errantes e
sem nada a lhe oferecer
Mas era nada o que Maria queria!
Nada como quem queria do beijo a perdição
que era o que lhe bastava
enchendo-se de coragem
Maria, foi ao encontro do tal
que a deixou esperando no nada
pois era o que tinha a lhe oferecer!
*mARiA PinHeIro*
tudo acabou!
A flor apagou-se e
Maria vestiu-se
Para nunca mais?
Depois de ir embora
tudo era riso e lágrima
lindo, porém doloroso
A duvida do nunca mais
rastejou-se pela sua cabeça
e alojou-se nao sei onde.
Doendo cada dia mais
intenso, cada dia menos
Maria voltou!
Com o mesmo pesar duvidoso
Maria entregou-se a tal cavalheiro
que nao possuía escudo, nem espada
nem armadura, nem nada
Era nada o que Maria queria?
Novamente, depois da festa
Maria vestiu-se
beijou
e foice
Com o mesmo pesar e a mesma dúvida
Com o mesmo riso e as mesmas lagrimas
Era aquele cavalheiro que Maria queria?
Depois de alguns lugares sem o ver
Depois de algumas festas sem despir-se
Maria acreditou...
Era o tal que queria!
Cheio de comportamentos errantes e
sem nada a lhe oferecer
Mas era nada o que Maria queria!
Nada como quem queria do beijo a perdição
que era o que lhe bastava
enchendo-se de coragem
Maria, foi ao encontro do tal
que a deixou esperando no nada
pois era o que tinha a lhe oferecer!
*mARiA PinHeIro*
domingo, 1 de julho de 2007
Quem não sabe dançar
A valsa caiu no pés
De quem não sabe dançar
E implorou que no meio do salão
A acompanhasse numa dança!
Quem não sabe dançar falou: “não vou”!
A valsa silenciou o seu pedido de palavras
E começou a tocar uma suave música!
Quem não sabe dançar
Olhou para a valsa com outros olhos
E até sentiu a doçura do seu olhar!
A música inebriante conduziu os dois
Para o meio do salão.
A valsa acompanhava
Quem não sabe dançar
Com seu ritmo desajustado do sentimento!
Quem não sabe dançar
Se deixava levar pela música que tocava sua alma
E dançava com passos errantes aquela melodia!
Quando a música parou,
Quem não sabe dançar olhou para valsa e chorou,
Pois tinha acabado de fazer o que sempre sonhou
Mas nunca acreditou que pudesse conseguir
E aa valsa foi quem mostrou que o mistério do aprender é sentir!
A valsa foi embora,
Quem não sabe dançar ficou no salão
Queria aproveitar mais um pouquinho
Da sua nova paixão!
*Drika Duarte*
De quem não sabe dançar
E implorou que no meio do salão
A acompanhasse numa dança!
Quem não sabe dançar falou: “não vou”!
A valsa silenciou o seu pedido de palavras
E começou a tocar uma suave música!
Quem não sabe dançar
Olhou para a valsa com outros olhos
E até sentiu a doçura do seu olhar!
A música inebriante conduziu os dois
Para o meio do salão.
A valsa acompanhava
Quem não sabe dançar
Com seu ritmo desajustado do sentimento!
Quem não sabe dançar
Se deixava levar pela música que tocava sua alma
E dançava com passos errantes aquela melodia!
Quando a música parou,
Quem não sabe dançar olhou para valsa e chorou,
Pois tinha acabado de fazer o que sempre sonhou
Mas nunca acreditou que pudesse conseguir
E aa valsa foi quem mostrou que o mistério do aprender é sentir!
A valsa foi embora,
Quem não sabe dançar ficou no salão
Queria aproveitar mais um pouquinho
Da sua nova paixão!
*Drika Duarte*
segunda-feira, 11 de junho de 2007
LiBeRtInAGem?
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